terça-feira, 29 de abril de 2008
AID OTNAS
!Onamuh otirípse od sertuba siop edniv
Eugnas uem e enrac ahnim iemoc
Oãracot amla ahnim ad etrap atniuq a men sam
!Mim me anu é éf ahnim e sohnos suem
!Aid uem ajes odacifitnas
.Osirros uem oa oud saçarg
.Mim artnoc ari adot e ajevni adot aiac arret rop euq e
.Sotnemitnes sosorpel e sedravoc ed sacna saus rebmal, sertuba oãv
.Airótiv ahnim ed oicini o ajes semof saus ed mif o euq
Mulher bonita sem alma
Mulher bonita sem alma,
figura triste.
Gosto de escrever e escrever e escrever
Na verdade eu sempre escrevi para mim!!!!
Cada qual é um instante, um momento uma história.
Quem dera fosse! Assim tudo ficaria mais claro e rotulado...
Sou um ser ouvinte?
É pura ilusão... É uma fera em raiva contida!
É uma pena... É uma energia muito criativa
Sou um artista adestrado,
Banalidades do medo!!!
Doce mulher
Agre doce é o petisco na mente de quem gosta de criar
Pratos novos.
Você pinta cores que não tenho! Você vê um quadro sem forma e lança sobre ele suas próprias imagens.
Somos criações de nossas vontades frustradas.
Mulher! Você e eu somos os pares de imãs que partiu em dado momento.
Sou o poeta! Não abro o coração... Eu escrevo!
Mulher, minha musa inspiradora.
Você me faz ir alto, além do alto.
Muitas vezes me inspira! Noutras gostaria de trucidá-la!
Rehlum
Muito bela!
E se isso tudo for um devaneio, que lindo e adorável devaneio é!
Que perdure, que brote flores, ramos, raízes, luz!
Não pense no que poderia ser. Penso no que é!
Estamos vivos, a chama toma nova força, o calor amplia em nossas faces ruborizadas
Estamos vivos isso é lindo!
Te amo e é bom amar!
sábado, 26 de abril de 2008
Em algum lugar sobre o arco-íris
Isreal Kamakawiwo'ole
Tradução: Marina Guimarães
Ok, esta vai para Gaby
Ooooo oooooo ohoohohoo
Ooooo ohooohoo oooohoo
Ooooo ohoohooo oohoooo
Oohooo oohoooho ooooho
Ooooo oooooo oooooo
Ooooo oooooo oooooo
Em algum lugar sobre o arco-íris
Bem lá no alto
E os sonhos que você sonhou
Uma vez em um conto de ninar ii ii ii
Em algum lugar sobre o arco-íris
Pássaros azuis voam
E os sonhos que você sonhou
Sonhos realmente se tornam realidade ooh ooooh
Algum dia eu vou desejar por uma estrela
Acordar onde as nuvens estão muito atrás de mim ee ee eeh
Onde problemas derretem como balas de limão
Bem acima dos topos das chaminés é onde você me encontrará, ohh
Em algum lugar sobre o arco-íris pássaros azuis voam
E o sonho que você desafiar, por que, porque eu não posso? i iiii
Bom, eu vejo árvores verdes e
Rosas vermelhas também
Eu vou assisti-las florescer pra mim e pra você
E eu penso comigo
Que mundo maravilhoso
Bem eu vejo céus azuis e eu vejo nuvens brancas
E o brilho do dia
Eu gosto do escuro e eu penso comigo
Que mundo maravilhoso
As cores do arco-íris tão bonitas no céu
Também estão no rosto das pessoas que passam
Eu vejo amigos apertando as mãos
Dizendo, "como vai você?"
Eles estão realmente dizendo, eu, eu amo você
Eu ouço bebês chorando e eu os vejo crescer
Eles vão aprender muito mais
Que nós saberemos
E eu penso comigo
Que mundo maravilhoso ohhhh
Algum dia eu vou desejar por uma estrela
Acordar onde as nuvens estão muito atrás de mim ee ee eeh
Onde problemas derretem como balas de limão
Bem acima dos topos das chaminés é onde você me encontrará, ohh
Em algum lugar sobre o arco-íris pássaros azuis voam
E o sonho que você desafiar, por que, porque eu não posso? i iiii
Ooooo oooooo oooooo
Ooooo oooooo oooooo
Ooooo oooooo oooooo
Ooooo oooooo oooooo
Ooooo oooooo oooooo
Ooooo oooooo oooooo
OPÇÃO

Seu aroma de mulher arrepia minh'alma.
Sua doce lingua enche de sede a minha boca.
A sede que reveste seu corpo é necta para minhas mãos
e extase para meus olhos
Quero consumir seu desejo de amor, despir sua essencia e sugar seu colo.
Morder seus dedos e adentrar seus poros.
Afirmando sempre, que você é minha o quanto e quando quiser!
INOCÊNCIA
seu jeito menina faz vibrar os atomos deste homem,
lançando-o ao mesmo tempo de moleque
quando eram livres do certo e do errado
despojados da mesmice adulta
fazem amor sobre castelos de areia, como crianças que brincam na beira da praia.
APELO
Não consigo te encarar, sem que as palavras se atrapalhem, na ingrata missão de ocultar o desejo, que feito fornalha, aquece meu rosto.
Por que não retira de teus olhos esta venda de simples amiga, e arranca a mascara do ator que já cansou de sofrer? Olha e vê como musa o que existe no peito deste homem que te ama
Gritos e Devaneios de um Homem Apaixonado
Homem e Mulher, durante a fase da Inocencia, são mantidos afastados pelas já pervertidas mentes adultas. As mesmas que, com seu amor doutrinante, contaminam todas as novas. Quando supostamente maduros, já não se reconhecem.
Atraídos pelo despertar biológico rico em diferenças, chocam-se com a inabilidade em lidar com novos sentimentos. Ele, doutrinado, entrega-se ao prazer da carne, como um caçador que abate mais e mais vitimas, mesmo estando sem fome. Ao fim da caçada, rodeado por cadáveres, pergunta a si mesmo: " E agora, o que faço?" Surge então, vinda das reminiscências de sua infância, a voz suave lhe dizendo "homem não chora!". Neste instante, de sua alma brotam os sons e imagens, frutos do desejo e da dor de querer amar e ser amado.
REAGINDO
O que impede de se expôr?
O instante anterior ornado por arrependimentos?
O tempo futuro e suas incógnitas?
Quem são os teus falsos companheiros?
O oculto Medo, a desajeitada Vergonha, o hipócrita Verniz-Social?
CREPITAM
Controles saturam os olhos
Trechos
Em tom lilas
Seputam a língua lisa
Sono épico
Vasto silêncio
Desventuras avermelhadas
Gargalhadas pastéis
Galopam vozes nítidas
Dentes serrados
Reflexo cítrico de Narciso morto
Mortificada mansa mulher
Sopra brisa
Caem as palavras
Branco borrado
Marca folha deflorada.
SONHO 19/04/2008
SONHO 19/04/2008
São 10:15 da manhã. Embora não me lembre de todas as imagens ou ideias do sonho, uma parte permanece clara: um grupo de três pessoas, jovens, estava em fuga. Havia uma moça, um rapaz e um terceiro, cujas feições e gênero não consigo recordar.
O perigo vinha de um quarto personagem, uma presença sinistra que simbolizava o mal. Ele os perseguia, movido por um único propósito: obter uma pequena peça metálica, verde musgo, que cabia na palma da mão. Aquela peça, de aparência modesta, tinha o poder de atravessar o espaço-tempo, ativada num simples piscar de pensamentos.
O grupo foi surpreendido numa área densa, cercada de árvores antigas e retorcidas. Um pequeno córrego, coberto por algas e folhas longas, cortava o cenário, e a tensão no ar era palpável. Nesse momento de distração, o mal conseguiu roubar a peça e fugiu, desaparecendo em direção a uma estrela distante, testando os limites de seu novo poder. A ameaça, contudo, era clara: ele voltaria, e o grupo não estaria seguro até que a peça fosse recuperada.
A moça, com cabelos longos e cacheados, pele alva e um sorriso largo, de olhos castanhos esverdeados, tomou a liderança. Seu tom era firme, ainda que sua aparência transmitisse uma delicadeza aparente. “Precisamos recuperar o objeto”, disse, com urgência.
O rapaz, ao seu lado, refletiu por um instante e então lembrou: havia outro modo de voltar ao passado, de corrigir os erros cometidos. Ele apontou para uma árvore, uma gigante de tronco robusto que parecia ter testemunhado séculos de história. “Há algo nesta árvore”, disse ele. “Podemos usar sua idade para abrir uma ponte no tempo.”
A moça assentiu, e o rapaz se preparou. Segurando o segundo objeto contra o peito, ele tocou a antiga árvore com a outra mão. Num clarão de luz, ele foi transportado para o passado, para o mesmo local, mas em uma época diferente. Agora, a floresta era mais densa, as árvores estavam repletas de folhas, e o córrego ainda fluía lentamente, mas o ambiente parecia mais escuro, mais carregado.
Na margem oposta do córrego, o rapaz avistou uma cerca, uma trama intrincada de galhos e raízes, como se a própria natureza estivesse tentando impedir seu caminho. Uma sensação de perigo iminente o fez recuar. Pegou uma pedra do chão e a lançou contra a cerca. Ao impacto, faíscas elétricas surgiram, iluminando a cena com estalos de energia.
Sem outra alternativa, ele começou a procurar um caminho diferente. Após uma busca ansiosa, decidiu escalar a parte mais alta da cerca, que, à medida que subia, começou a se transformar num muro sólido. Ao chegar ao topo, deparou-se com um cenário estranho: uma estrutura de telhado que lembrava a cerca de galhos, mas agora parecia mais com um teto de um antigo prédio.
Lá de cima, ele viu o interior da cerca. Vasos, plantas exóticas e, no centro, a mesma árvore que o trouxera até ali. Era o ponto de origem. Ele sabia que o objeto verde musgo estava enterrado em sua base. Sem hesitar, pulou para dentro e se aproximou da árvore.
Ao se abaixar para desenterrar o objeto, uma menina surgiu diante dele. Ela tinha cerca de dez anos, loira, com cabelos curtos e crespos, mas sua voz carregava uma maturidade melancólica, como se muitos anos de sabedoria e tristeza tivessem se acumulado em sua alma. “Que droga… uma mulher alemã!”, disse, pegando o objeto antes que o rapaz pudesse alcançá-lo.
Confuso, ele a seguiu com o olhar enquanto ela caminhava em direção a uma porta de onde emanava uma luz intensa. Ao olhar para dentro, ele viu um cenário estranho e intrigante: muitas crianças, todas vestidas de branco, brincando em um ambiente que parecia uma mistura de metal e natureza. Havia canos, rebites e estruturas que pareciam vivas, um emaranhado de bronze, prata e ferrugem.
Intrigado, o rapaz fixou o olhar em um dos tubos, como se sua visão pudesse penetrar suas camadas. Ao aprofundar sua percepção, viu o interior do cano: tubos menores, serpentinas de metal, transportando um líquido que parecia o mesmo que envolve um feto no útero materno. De repente, uma figura bizarra emergiu das profundezas daquele mundo: um deus-peixe, uma mistura de bagre e peixe-anjo. Ele era velho, muito velho, e parecia observar tudo com uma calma ancestral, como se fosse o guardião daquele mundo estranho.
Porém, antes que o rapaz pudesse compreender o significado daquela aparição, ele foi violentamente puxado de volta à realidade. Lá estava ele novamente, diante da árvore. E, mais uma vez, quando estava prestes a pegar o objeto, a mesma menina surgiu, repetindo as mesmas palavras enigmáticas: “uma mulher alemã!”.
Dessa vez, tudo fez sentido. A peça verde musgo não era apenas uma ferramenta de viagem no tempo, mas um anúncio, um marco. Ela simbolizava o ciclo da vida, a transição entre morte e renascimento. Quando alguém morria, uma nova alma estava destinada a tomar seu lugar. O rapaz sentiu essa verdade como uma revelação.
O som de passos se aproximava. Ele subiu no muro novamente e olhou para o horizonte. Lá, uma longa fila de mulheres, caminhando em silêncio, atravessava o portão em direção à luz. O local estava agora muito mais claro, as árvores, antes vigorosas, começavam a murchar, como se o próprio tempo estivesse se esvaindo.
O rapaz, ainda atordoado pela clareza da revelação, decidiu seguir para a saída, sabendo que o ciclo continuaria. Lá fora, diante da luz crescente, caiu no chão e acordou, encarando os olhos da jovem moça de seu grupo.
Acordei então, com uma energia frenética. As imagens ainda brilhavam na minha mente. A necessidade de escrever, de capturar tudo o que vi, de pintar o que presenciei, era incontrolável.
SULAS

REINO DE SULAS
Introdução:
O Reino de Sulas é uma ficção baseada nas neuróticas experiências do jovem matusalém Ociruam.
Nosso herói, que aqui se apresenta como General (Príncipe Plebeu), luta para manter sua sanidade, na constante luta de estar vivo e na busca da felicidade.
Alerta que todos os personagens são, evidentemente, repletos de imagens tendenciosas que os tornam não tão bonzinhos quanto o autor. Mas isso não importa. Já que a verdade é de quem conta.
Personagens:
Rei decadente;
56 anos, estatura baixa, corpo minguo. Resultado de anos de consumo de álcool e tabaco. Apesar de uma juventude envolta nas artes marciais, o que prevaleceu foi o sedentarismo. O músculo cardíaco já grita as dores de tanto abuso. O anjo da morte já o espreita. Enquanto sua mente de lobo atormentada por fantasmas vê a si como um nobre e onipotente senhor. Ações desconexas e temerárias refletem a insegurança de um covarde, que teima definir sua existência em fantasiosas vitórias do passado.
Comandante da Guarda Real;
24 anos, feições germânicas numa valquíria gordota. Primogênita do Rei. Almeja o próprio reinado e a tranqüilidade distante de seu soberano. No entanto, nutre maternal sentimento que cega seu discernimento e lhe torna subserviente e cúmplice das mazelas do pai.
Ministro das finanças;
65 anos, esguio, forjado nas agruras do mar. Cabelos brancos, como a neve, cobrem sua cabeça, contrastando com as grossas sobrancelhas negras. Temperamento ameno, quase que monástico. É um grande conhecedor das entranhas reais: seus segredos, medos, mentiras e verdades. Como um Pai-Irmão, muitas vezes tentou, em vão, trazer luz às dúvidas e nortear as ações do Rei. Mas a complacência e a falta de arrojo o impedem de exercer seu poder, e de estabelecer uma nova ordem no reino.
Aristocrata falido;
Cinqüentenário, mediano. Bajulador, vive das parcas rendas que a herança paterna oferece. Mundano, solitário e amante da indolência. No ostracismo imposto por suas inaptidões e ressentido com o Rei, fica a espreita de uma oportunidade para plantar intrigas e tentar colher algum tipo de lucro.
Aristocrata;
Adepto das ciências médicas e políticas.
Conselheiro Real;
Alto, robusto, de intelecto afiado. Hipocondríaco, oportunista, adepto a politicagem. Ambiciona criar ou apropriar um reinado. Ótimo no jogo das palavras e do convencimento. Mas se recente de organização e energia para implementar e gerir seus planos. Sendo assim, vive vampirizando o talento alheio, com promessas de um futuro de riquezas e pompa.
Guarda Real;
30 anos, mulher encorpada, com ancas avantajadas. Cabelos longos e castanhos. É leal a sua comandante. Não é cega aos abusos do Rei. Mas não lhe faz críticas abertas. Covarde e traiçoeira. Seu principal objetivo é preservar sua posição.
Soldado I;
26 anos, cabelos longos e escuros, seios frondosos, estatura baixa e obesa. Sofre de depressão. E tem no exercício de sua função a terapia ocupacional necessária ao manejo de seus males. Muito crítica. Por vezes, sua língua desregrada quase lhe custou a cabeça. É muito próxima do General.
Soldado II;
20 anos, alto e gordo, feito um viking de cabelos claros e curtos. Um rosto bolachão. É muito comunicativo; facilmente conquista novas amizades. Necessita ser constantemente regrado. Tem no General um líder. Porém, de poucas posses, não pode dar-se ao luxo de perder seu posto.
Soldado III;
26 anos, estatura e porte médios, loira, cabelos lisos, até pouco abaixo dos ombros. Olhos claros, rosto jovial. Não concorda com a política do Rei. Mas é discreta ao expor sua opinião. Sustenta filha e mãe. Suas ambições se resumem a ter uma moradia própria e formar uma família.
Soldado IV;
... anos, estatura média, olhos e cabelos escuros, crespos e longos, corpo torneado. No rosto, apresenta algumas borbulhas. Foi recém incorporada, e está em treinamento. Indicada por membros da corte real, não merece, no momento, confiança.
Artesão;
Corte Real;
Povo;
General (príncipe plebeu);
Sou?! Um simples que se engana com o obvio; Um cego diante da verdade que lhe atira contra muros de rejeição; Um artista que se empenha em criar métodos e formas de seduzir o impossível; A voz forte que sem força, chora a ausência de coragem; O sorriso de um olhar que camufla a tristeza na presença amiga; A ira que cobre os pensamentos e transporta o corpo para milênios A.C.; O nada que se instala e fala...
Duque de Oiciruamsogima;
Papisa de Eduas Oaçiecnoc;
Ex-monge;
Ministro de Adivorp;
Ministra I de Eduas Oaçiecnoc;
Ministra II de Eduas Oaçiecnoc;
Ministra III de Eduas Oaçiecnoc;
Ex-Ministra de Eduas Oaçiecnoc;
Rainha de Hanugal
Reinos:
Atircopi;
Cidades:
· Mepsa;
· Acsepdnis;
· Acsepinu;
Ainôloc;
Ailacitilop;
Terra Lagel;
Sartnalip;
Sulas;
Oiciruamsogima;
Hanugal;
Adivorp (ilha);
Deminu (ilha);
Eduas Oaçiecnoc (ilha);
Mundo Novo.